Archive for the 'Interessante' Category

Hotel Schmidt na Zero Hora

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Para os amantes do futebol

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Diversas informações sobre as Copas desde a primeira em 1930. Clique nas imagens para ampliar.

Há um século Venâncio Aires foi notícia no Correio do Povo por causa de um “phenomeno”

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Captei no Twitter do Matheus F. Fröhlich: Veiculado no Correio do Povo de hoje (07/06/2011). Olha a fama de Venâncio há um século atrás.

Para refletir: Pais e Filhos

A criação e a educação dos filhos nos dias atuais, sob um olhar superficial, parece ter mudado muito. “Nossas crianças não são as mesmas”, é o que mais ouvimos dizer. É claro, nem poderiam. Os pais também não são os mesmos. A sociedade não é a mesma. Existe um excesso de estímulos sem precedentes que o bebê recebe desde que está na barriga da mãe. Conversam com ele, colocam música para ele escutar, mamãe faz ioga, fisioterapia, psicoterapia…. Tudo muito bom!!!

Por outro lado, os casais de hoje optam por ter poucos filhos: um, dois, três no máximo. Muitas vezes concebidos depois de muitas tentativas por dificuldades orgânicas de mães com mais idade ou dificuldades psicológicas por estruturas muito consolidadas. Estes filhos ficaram muito preciosos. São os reizinhos que chegam em um castelo amplamente preparado e reinam absolutos nos dois primeiros anos. Diferente das famílias de nossos pais que a cada dois anos, nos traziam um irmão e este se incluía na dança familiar, conforme a música que estava tocando.

Porém, alguns dados do desenvolvimento infantil não podem perder sua importância e significado. Mesmo que a criança ao nascer, e nos três primeiros meses, necessite de cuidados intensivos e responsividade ao choro imediata e adequada, também é necessário que encontre uma “mãe suficientemente boa” que a conduza em direção à autonomia e a ajude gradativamente suportar as frustrações.

Na fase de desenvolvimento, que acontece por volta dos dois anos, a criança precisa abrir mão de seu estado narcisista de grandiosidade para perceber a presença do outro (primeiramente mãe e pai) que além de ser quem lhes proporciona as satisfações de suas necessidades, também têm necessidades próprias. Estas figuras, por sua vez, precisam ser fortes e consistentes para oferecer ao filho o suporte que ele precisa para continuar evoluindo. Com figuras adequadas a criança inicia seu processo de identificação onde, ao mesmo tempo em que adquire um senso de ser importante e único, projeta-se para um mundo adulto e separado dos pais, na busca daquilo que aos poucos determina como seus próprios ideais.

Quando isso não acontece, a estrutura psicológica não evolui e o resultado é uma pessoa fixada em suas necessidades, que não aceita “não”, que necessita receber constantemente gratificações externas, mesmo que para isso tenha que usar os outros. A sexualidade fica presa em um período pré-genital onde a busca do prazer não está dirigida ao outro como um parceiro complementar. O egocentrismo predomina e o respeito ao outro diminui, inclusive ao corpo do outro, ao que é ou não permitido fazer.

Apesar da simplicidade e superficialidade que cabe aqui, nestas observações, não podemos negar que estamos vivendo um período de transição. Se uma educação repressora com figuras paternas nítidas e lugar determinado para as crianças trouxe algumas repercussões negativas, quais as repercussões que poderão vir deste modelo que hoje se apresenta?

 * Texto assinado pela Psicóloga Clínica Daniela Graef, no jornal Folha do Mate, edição de 29 de junho de 2010

Coleção de bombas de chimarrão resgata história e curiosidades do hábito gaúcho

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Uma coleção de bombas de chimarrão é atração do espaço Chimarródromo da 11ª Fenachim, em Venâncio Aires. Com 97 peças históricas, de diferentes países e matérias-primas, o casal Derli e Irene Weber exibe com orgulho as relíquias adquiridas em 27 anos de coleção. Destaques para a cuia e bomba de porcelana do tempo do Império, bomba feita de mola, bomba que não permite entupimento do chimarrão, bomba 100% desmontável e bomba talhada em madeira com figuras indígenas. Dona Irene Weber revela que a paixão pelos objetos surgiu por acaso, quando em uma viagem ao Paraguai encontrou uma bomba de aspecto muito diferente daquelas comercializadas no Brasil e resolveu comprá-la. “De lá pra cá, em todo o lugar que eu vou procuro por bombas de chimarrão. Tenho bombas exclusivas, que surpreendem as pessoas”, conta ela orgulhosa. A coleção de dona Irene e seu Derli foi descoberta há pouco mais de dois anos, e, desde então, o casal de venâncio-airenses é convidado a expor os objetos em feiras de todo o Estado. São peças com valor incalculável, algumas esculpidas em ouro e prata, outras de valor simbólico. O casal acredita ser a maior coleção de bombas de chimarrão do Estado e, por isso, não desgruda dos objetos durante a Fenachim. Os dois fazem questão de apresentar pessoalmente cada peça aos visitantes e ressaltar que nada em seu espaço de exposição está à venda. “Colocamos cartazes que são peças de coleção, mas algumas pessoas não chegam aqui por que acham que estamos vendendo bombas” explica seu Derli. A coleção está exposta junto ao Chimarródromo, em frente à Escola do Chimarrão.

Fonte: Daiana Nervo e Álvaro Pegoraro

www.fenachim.com.br

Olha o tamanho do inseto

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Um Louva Deus nas grades da revenda. Esse foi o maior que já tinha visto.

Todo artista tem de ir aonde o povo está

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Quem é de Venâncio Aires conhece o artista. Prá quem nunca passou por estas ‘bandas’, saiba que aqui temos uma pessoa especial. O Maurício apesar de sua deficiência visual continua firme e forte, sentado no seu banquinho, defronte a agência do Banco do Brasil, com sua inseparável flauta.

Colaboração de Susanita Haas

Uma ótima páscoa!

O TEMPO

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‘A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo:   Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo, ou por medo….

A única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.’

Mário Quintana

“Quem não entende um olhar,
muito menos entenderá uma longa explicação..”
(Provérbio Árabe)

SPA do Chocolate

Chocólatras de plantão vão se deliciar com o Spa do Chocolate Life Day Spa. São máscaras, banhos, massagens e outras tentações cobertas de cacau para você aproveitar a Páscoa sem nenhuma caloria. Ligue 3793-0436 e agende seu horário.

Boa parte da vida na Sova

Envolvido entre o trabalho, família e diversão, alguns fatos passam despercebidos. Hoje me toquei. No dia 22 de março a Sociedade Olímpica Venâncio Aires – SOVA – completa minha idade: 47 anos. Quando crianças e mesmo adolescentes, o tempo parece insistir em ser demorado. Ocupamos nossa mente, creio, de maneira correta, vivendo o presente e sonhando com futuro adulto recheado de realizações. Nessa minha fase da vida, a Sova era meu paradeiro preferido. As tardes, principalmente no verão, eram passadas junto a uma mesa de snooker, no campo de futebol, nas piscinas e o mais importante, na companhia de amigos. Nas noites de sábado, já na fase “aborrecente”, as Boates na Sovinha mereciam camisas floreadas novas e a tradicional “brim coringa”. Hoje, o tempo insiste em passar voando. Um ano dura bem menos que durava as férias de verão nos anos 70 e 80. Mas a vida é assim mesmo.
As vésperas de comemorar seus 47 anos, a Sova ocupa uma área nobre no centro de Venâncio Aires, sempre administrada por pessoas determinadas a levar adiante o projeto idealizado em 22 de março de 1963. Ainda novo, atendendo a convite do ex-presidente César Campos de Azevedo, comecei a fazer parte do Conselho Deliberativo, o qual já presidi e onde acompanho de perto toda a história da sociedade.
Com uma bela sede social, três piscinas, campo de futebol sete, canchas de tênis e ampla área verde, a Sova é ponto de referência em Venâncio Aires.
Saiba mais sobre a Sova. Acesse o site www.sova.com.br