Tigrinho por entre as torres da Igreja

montagem

São duas fotos de minha autoria. Tentei sobrepor no laboratório uma foto de um salto numa rampa do Tigrinho por entre as torres da Igreja Matriz. Isso foi em 1983. Levei dias para ter essa imagem.

Hoje, seria uma barbada fazer essa montagem.

São outros tempos…

7 comentários em “Tigrinho por entre as torres da Igreja”

  1. Tá parecido com as imagens dos desenhos japoneses antigos (Ultraman, Ultraseven, etc), também de efeitos precários devido a época em que foram executados.

  2. O mítico 36. Me transporta no tempo, para o final da tarde de uma quarta-feira em que a rua Coronel Agra tinha sido patrolada, e um rapaz estava estreando a sua lambreta amarela e preta, convidou o vizinho da frente, um guri bobo, pra dar uma volta. O guri foi, a estrada sumia rápido embaixo da pequena e barulhenta moto, que escorregava nas pedras soltas, mas não tinha como cair. Estava sob controle de um mestre.

  3. Cara, que preciosidade!!! Tenho uns colegas aqui na empresa que são de Lajeado, e sempre comentei com eles sobre esta foto, e hoje pude mostrar a tal foto do Tigrinho saltando entre as torres da igreja. Se não me engano isso foi para um anúncio ou para um cartaz do Motocross.

  4. Levando em conta a época e os recursos, tá muito bom. Aliás, levando em conta os recursos digitais, vejo por aí que o amadorismo, falta de critério, o exagero e o gosto duvidoso impera nas montagens (que chamam de peças de comunicação) que vejo hoje, apesar de recursos inimagináveis nos 80s. Cartazes de banda de baile e convites para festas são um show de horrores. E tem gente que diz que esse é o “gosto popular” mas, quem entende, sabe que é desculpa para falta de conhecimento, talento, informação e referências mais apropriadas. Se consome o que é oferecido e computador, quase qualquer um têm.
    Parabéns Elton. Deu de dez (ou 36) em muito photoshopeiro.

  5. Pintei em algumas paredes de amigos, ampliada com os quadrados, umas imagens dessa moto. Das torres da igreja não, eu nem sonhava que existia figura e fundo, quem me dera.

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