33 thoughts on “Lembranças do Bar do Boca

  1. Cássio Brito

    CARA, FOI O MELHOR BAR QUE TIVEMOS EM V. AIRES, BOAS LEMBRANÇAS TRAZ ESTA PLACA, LEMBRO BEM DELA.

  2. Mano Mylius

    Os últimos proprietários foram o Talitão (Nilton Ricardo Heinen) e o Gordo (Vilson Fanck). Então…

  3. Vladi

    Marcou época o Boca. Foi o Bar 17 da minha geração.

    Ah, esqueci de dizer que essa placa, com a logo homenageando a clássica marca dos Stones, devia ir p/ o Museu de Venâncio, dada a importância histórico-cultural do bar.

  4. Nilton R. Heinen (Talitão)

    Amigos!!

    Não sou bom de histórias, mas vou tentar.Em primeiro lugar obrigado pelos bons comentários sobre o BOCA.

    O nome BOCA foi dado pelo Totó (Raul Granja) em homenagem a um bar argentino no bairro la boca, em Buenos Aires, que também era em uma garagem segundo o Totó.

    A idéia do Boca primeira fase na garagem, surgiu entre Totó( Raul Granja), Jorjão (Jorge Shemaedecker) e Talitão(Nilton Heinen).Na época, sou ruim de data nos anos oitenta já gostávamos de boteco e aí veio a idéia de bebericarmos em um que fosse nosso, a idéia a língua dos Roling Stone, veio ao natural pois todos gostavam de música. Antes da inauguração já tivemos a saída da sociedade do Jorjão, nem me lembro o motivo.

    No dia da inauguração, apareceu pôr lá um cidadão do mundo, pôr coincidência argentino ou uruguaio falava portunhol, e pediu para dar uma ganja o rapaz era um excelente cantor deu um show.

    Depois disto a musica no Boca se tornou marca registrada, o primeiro musico contratado foi o grande amigo Nairo( Não sem pôr onde anda mas fica a amizade)

    Uma coisa que deve ser dita é que no inicio o bar não tinha banheiro, os clientes(amigos) utilizavam o banheiro do 17 ou os mais afoitos as calçadas da vizinhança, certo dia fomos chamados a prefeitura para uma audiência com o prefeito Almedo, lá fomos Totó e Eu.

    Almedo, nos recebeu muito bem e foi curto e direto ou faz banheiro ou fecha, optamos claro pôr fazer o banheiro mas com um convite que ele inaugurasse o banheiro convite aceito e cumprido, lembro de um comentário que o Almedo fez no dia que nunca, até então ele tinha inaugurado um banheiro foi primeiro.

    Na segunda fase, no prédio anexo ao 17, sai o Totó(Raul Granja) e entra o Gordo(Vilson Fanck) na sociedade.

    Ai começa uma nova fase do Boca, lembro que na época não havia nenhum bar em VA com musica ao vivo permanente, tinha a Sirlei Closs que em alguns finais de semana colocava musica ao vivo em seu restaurante, lá em frente a Fumossul, também havia o Paraguaizinho e seus amigos com encontros esporádicos.

    Nesta ocasião o forte era a musica nativista, lembro que a maioria pedia nativismo Mauro e seu bumbo legüeiro, Marçal e sua gaita foram assíduos no BOCA.

    Aí nós começamos a trazer músicos de POA, Ronaldo Romeu, Cláudio Baraldo, Clovis e Sonia e muitos outros, que interpretavam MPB da melhor qualidade, depois tivemos a felicidade de conhecermos Marcelo e Miguel de Santa Cruz um capitulo a parte na história do BOCA,também tinha o Birinha de São Sebastião do Caí e o Xará, uma das primeiras apresentações do Sapo de Plástico foi lá (Como lembrou o Tuta) além de Nego Kaufman .

    Foram muitos, desculpe se esqueci de alguém, uma coisa muito legal é que todos os que se apresentaram no Boca, viraram amigos isto é muito bom.

    Sobre a placa o que eu me lembro é que ela foi confeccionada pôr um amigo nosso de Lajeado, Edésio acho que era o nome dele. Acho que em alguma lugar da placa tem a assinatura do artista, favor verificar.

    Tem muitas outras boas lembranças, pois das ruins eu deletei.

    Depois conto outras.

    Um abraço a Todos!

    Ps: Se tiver algum erro de português relevem pois o português é uma língua viva, e o que está errado hoje pode ser certo daqui a alguns anos.

  5. Edu (Curitiba)

    É isso aí Talitão, o escultor foi o o Edésio mesmo, baita figura.

    Só um justo comentário: as batidas (muito boas por sinal) tiveram suas receitas cedidas pelo vô Athos e os salgados em entre eles um sanduba de lombo de porco com um molho loco de especial pela vó Ceci.

    Na fase garagem, lembro de uma matemática financeira mais ou menos assim: cada uma ou duas vendidas davam crédito para tomar uma, somente após o fechamento do bar, o que com certeza nos causou insônia várias noites…

    Abração !

  6. Nilton R. Heinen (Talitão)

    È claro Edu, a Tia Cecilia e o Tio Granja, tiveram fundamental participação no BOCA, apoio total e irrestrito.
    Já que tu falou das batidas da Tia Cecília ai vai a recita de uma delas a mais vendida:
    – 1 lata de pêssego em calda
    – 1 lata de Abacaxi em calda
    – 1 litro de cachaça Valho Barreiro
    – 1 litro de água mineral
    – ½ lata de leite condensado
    Bata tudo no liquidificador( Inclusive com a calda), ao servir bata a quantidade a ser servida com gelo no liquidificador.

    Edu me lembro, inclusive dos test-drive das batidas feito na cozinha da Tia Cecília.

    Sobre os artistas que se apresentaram no BOCA, não posso deixar de mencionar um grande amigo Marcelo Nólbos, desculpe amigo não ter mencionado antes, falha grave.

    Abraços

  7. Mano Mylius

    Nossa, quantas noites e quantas histórias para contar…
    Ainda bem que ninguém jogava carta lá no Boca…
    Isso sem falar nas participações especiais: Ana (a obsecada), Preta (a apaixonada), Alfa-Romeu 230 TI (o maior porta-malas do Brasil), Fred (o maior controlador de cartas), Licor de menta com vodka (era a pedida)… E asim vamos noite a dentro, como disse o Edu, prá tomá aquela “de grátis”, e quem guardou o copo de isopor vais ser servido primeiro.
    Bela lembrança do bugrão “Edésio”, que na realidade acho que se chava “Ésio” mas como era muito difícil de dizer, ficou como está. E a placa, a irmã dela, a da “Billy Jean” também está pendurada na casa de um outro amigo seu, mas isso é outra história.
    Devagarito vamos lembrando de mais algumas e vamos contando.
    Um grande abraço aos amigo que um dia, eu deixei a chorar de alegria, me acompanha o meu violão…

    Mano Mylius

  8. Betinho

    Bah, aquelas batidas doces….QUE AZIA. Realmente o BOCA marcou . Muitos musicos bons passaram por lá. Houve uma época que o nativismo estava em alta, mas para mim o melhor de todos foi Ronaldo Romeu.

  9. Vladi

    Ah, o Chico Dóia (é assim que se escreve) fazia uns anúncios bem legais para o bar pra publicar no Jornal Regional (concorrente!!!), numa época em que eu, o Mau Lucas, o dono e jornalista Anderson, o Kako Stork (meu primo, colunista social por trás do Potins do Kako), entre outros, fazíamos o falecido periódico nas madrugadas, alí no segundo piso do prédio da esquina “maldita”.

  10. Nilton Ricardo Heinen

    Placa feita pelo amigo, Edésio de Lajeado.

    Segundo informações confidenciais, está na casa do amigo Helio Lawal.
    Bom ao lado da churrasqueira é um bom lugar, espero que agora neste famoso ambiente tenha tantas boas histórias quanto ela presenciou no local original.

    Abraço a todos!

  11. Dinaldo J. Morsch

    A inauguração do banheiro do Bar do Boca foi numa sexta- feira
    perto da meia noite, a fita foi com papel higiênico.Frequentador
    assíduo do bar foi também o Porquinho(eletricista de carros)gostava de declamar a poesia O Boxinxo e de cantar aquela
    musica.Das velhas roupas do pai,uma mala de garupa…foi um
    dos melhores bares da cidade.Abraço Talitão.

  12. Marcelo Nólibos

    São muitas emoções!!! Toquei com muita gente boa lá… E acabei ficando por Venâncio. Abraço Talitão e cia!

  13. Milton Ávila

    Presenciei a inauguração do banheiro, assim como varias atrações no local, minha despedida de solteiro foi por lá mesmo, já na madrugada quando foi pedida mais uma, o Talitão dizia, vai tu pegar se quizer.

  14. Nilton R. Heinen (Talitão)

    Outra do BOCA, se lembrar de todas dá um livro.

    Numa das vezes em que telefonei par o Ronaldo Romeu se apresentar no Boca, ele reclamou que o microfone que era reto, não era ideal para quem faz voz e violão, que se possível o pedestal deveria ser em “L”, como achar um pedestal destes em V.A na época os que poços existiam tinham utilidade pelos seus proprietários, e não poderiam ser vendidos ou emprestados.

    Solução fomos no nosso amigo Zélio Pádua, e com ferros, criatividade muito boa vontade do Zélio, construímos os pedestais, foram 4 de uma vez para solucionar o problema, os pedestais tinham inclusive regulagem, foram aprovados pelos músicos e utilizados pelo Boca enquanto eu participei. Boas soluções caseiras.

    Falaram dos copos de isopor, comprados no supermercado do amigo Rudi Marquetto , ao lado da igreja, mas tinham os também os canudinhos dobráveis que eram comprados em POA, pois em VA não eram vendidos ainda.

    Tem muita história!!!!

    Abraço a todos!!

  15. Avo

    Recordo uma passagem das tantas vividas no Boca. Não tenho certeza, mas acho que os músicos da noite eram o casal Clóvis e Sônia, da capital. Ela com violão e voz e ele no bangô. Excelentes. O Clóvis chamava a atenção pela maneira como tocava o bangô. Em uma oportunidade, alguém duvidou da sua masculinidade e a resposta da Sônia foi istantânea. Ele é muito mais homem que muitos de vocês. Bela época.

  16. Nilton R. Heinen (Talitão)

    Rapaziada é que no Boca sempre teve CQ, (Controle de Quantidade) timhamos que provar antes,pôr que os clientes eram todos amigos, o Miltom Ávila está certo não trabalhavamos com estoque era “just in time” modernos já naquela época.

    Saudaçoes!

    ps Avo, está da Sônia e do ClÓvis eu não lembrava mas foi sensacional.

  17. Julio Maria

    Bebi muito naquelas mesas baixinhas na garagem, e depois,no prédio novo, a melhor história foi a mulher de um cara tirar ele a pau pra fora(tinha ido escondido)….alguém viu esta??..rsrsrrssr

  18. Alecio Moraes

    O Talitão se referiu ao gaiteiro Marçal. Infelizmente ele já faleceu há uns 12 anos. Bom músico.

  19. Moisés Gorgen

    Velhos tempos aqueles.Mas o mais furioso foi aquele da garagem.Quantas vezes chegávamos as 6 da tarde e saiamos às 6 da manhã do outro dia.Estamos vivos e com saúde por um acidente da natureza.Me recordo um dia que liberou geral a batida, aquela batida que até a polícia bateuuu.Putz.Mas era tudo festa, tudo alegria…..Talitão de Barman, imagina só.vendia uma e tomava duas.Música ao vivo , no início com o velho Nairo, diga-se de passagem esta morando em Arroio dos Ratos, entrou pra Igreja evangélica, a única saída, hehehe.
    São Histórias e temos muitas para contar daquele tempo.O totó(Raul granja)grande figura,fazia cada rango, às vezes de madrugada inventávamos um lance e fazíamos uma comida com receitas que só ele sabia.Muita coisa aconteceu naquela época, mas o melhor de tudo é que isso não passou em branco,pois fizemos muitas amizades e esse é fato de maior relevância.abraços á todos.

  20. RUBINEY LENZ

    Acho que eu e a Leti não faltamos ao Boca em nenhum final de semana. Tava no sangue. Porque será?

  21. Nlton Ricardo Heinen

    Alias Ney, foi lá na garagem que a Leti, descobriu o talento para a música com o Zé Renato (Grande Zé) no violão com três cordas, pois mais atrapalhava, literalmente tirando sangue dos dedos para acompanhar o vocal da Leti, isto posto lembrando que estavam em cima da mesa, muito legal.

    È Alécio grande gaiteiro Marçal, um dos melhores que já vi tocar, certeza está num bom lugar, pois merece, grande amigo.
    O Boca, só marcou época porque era freqüentado pôr grandes amigos!

    Abraço a todos!

  22. Marcelo Nólibos

    Pera, alguém postou por mim…??? Não fui eu pois não teria errado meu sobrenome. Mas não falou nenhuma mentira, então tudo bem…
    Quarta próxima vou recordar uma noite de voz e violão lá no La Mexicana. Estão convidados.
    Abraço

  23. Clovis Carvalho

    Tenho muitas saudades do bar do boca, muitas são as lembranças daquelas bebedeiras todas. Me lembro da inauguração do banheiro, onde o primeiro a dar uma mijada foi o prefeito Almedo. Foi uma festa. Tenho saudades de todos os amigos que deixei. Faz muito tempo que não vejo o totó, Talitão, sochialorem e muitos outros daqueles tempos que não voltam mais. Um grande abraço a todos e parabens pelo blog perereca.

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