Nos tempos das corridas no centro

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Pegas no centro de Venâncio. Aparece o prédio do Santander (hoje) e ao lado a casa onde morava o mecânico Aldo Costa.
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Largada era próximo ao Pilz. Assisti muitas delas defronte a casa do dr. Sandro Hansel.
 
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Catharino Andreatta.
 
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Juvenal Teixeira e o carro fabricado na Ford/V.Aires.

 

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Juvenal Teixeira e seu Tufuma.
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Juvenal Teixeira e seu Taurus – 1º lugar.
 
“Amigo Elton,
Estas fotos pertencem ao acervo particular do amigo Zéca Merchner. São de diversos anos, mas mostram o ímpeto, a criatividade, e que havia vida nas manhãs de sábado e domingo no centro da cidade. Perigoso… sim, poderia até ser, mas sentir o ronco dos motores e os carros passando a mais de 100 km/h, em plena Osvaldo Aranha… Ah, isso não tem preço.
Acho que o próprio Zequinha poderá explicar melhor para nós estas raras imagems, ou talvez o Tio Aldo Costa ou Seu Romeu Fanck que participaram destas também. Mas tenham a certeza que a partir de agora, com a publicação no Blog, elas fazem parte de nossa história e do patrimônio fotográfico de Venâncio Aires.”
Mano Mylius

11 thoughts on “Nos tempos das corridas no centro

  1. Iuri Azeredo

    Muito legal! Eu me lembro de algumas coisas dos anos 70. Tenho cenas na minha cabeça.

    Mas, na primeira foto, o que me chamou mais a atenção foi a a “paisagem urbana” daquela parte do centro de Venâncio, ainda sem a profusão de placas, letreiros, tapumes, fachadas etc. que hoje poluem, enfeiam e descaracterizam as cidades, tornando-as shoppings bregas horrorosos. Nisso a gente poderia copiar mais certos lugares da Europa (Londres, talvez), harmonizando as identificações de comércios com a arquitetura tradicional da localidade. Além de pensar em novos prédios – menos medíocres do que os de costume.

    Abraços aos conterrâneos!

  2. Márcio Costa

    Olá Elton, à você meus parabéns por buscar assuntos tão remotos!
    A paixão do Sr. Aldo Costa ( meu pai ) pelo automobilismo é tamanha e um dia destes numa “rodinha” de chimarrão ele soltou uma frase marcante :

    ” ….ahhh, eu não mudaria a profissão, se tivesse que nascer de novo escolheria ser MECÂNICO NOVAMENTE ”
    São mais de 60 anos de profissão, ainda na ativa !

    Agradecendo, abraços do seu Aldo e meu !
    Márcio Costa.

  3. Sandoval

    Me lembro (mesmo sendo muito pequeno), de assistir a uma dessas corridas na principal.
    E olha só, que perigo deveria ser isso, se um carro desses a toda velocidade sai fora do trajeto e sobe uma calçada…. bãisch!

    Legal ver essas fotos, ainda mais as bem antigas.
    Pilotos destemidos há muito tempo habitam por aqui então…

    flw

  4. Alexandre

    Sandola, tinha coisas que na época não eram perigosas, hoje que estamos com medo de tudo. Isto hoje seria inadmissível.Tu deve ter visto um mail com brinquedos e locuragens que a gente fazia quando piá e que hoje tudo estaria proibido, por ser de alto risco…No entanto sobrevivemos aos anos 70 e 80 na boa. Valeu.

  5. lisandra maria guterres pacheco da silva

    CATHARINO ANDREATTA: ESTE FOI O CARAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  6. tuta

    Comentando o comentado: Aquela corda branca esticada como a corda de um violão que se perde de vista era a única proteção, mas nunca houve um acidente grave, afora aquele trágico dia em Camaquã, quendo perdemos o Mazinho. Ele era uma mistura de Elvis Presley – era músico e cantor – com Fittipaldi, com estilo e cabeleira e pilotagem de primeira. Até o óculos ele tinha.

  7. José Francisco

    Aldo Costa é atualmente diretor técnico da equipe Ferrari.
    Mas o legítimo Aldo Costa é o meu vizinho, pai do Márcio, que sabe tudo de mecânica. É o maior “acertador” de motor de automóveis de Venâncio e quiçá do Rio Grande do Sul.

  8. Paulo Herzog

    Caro Tuta
    Tenho quase certeza que o Mazinho se acidentou e morreu numa corrida de lambretas em Santa Cruz do Sul, mais precisamente numa batida em um poste da rua Gaspar Silveira Martins, em frente a Construtora Suhma. Digo isso, pois eu estava lá no local do acidente.

  9. Alecio Moraes

    Dentro desta linha de grandes pegas, lembro-me de uma corrida que houve com os carros saindo aqui da cidade em direção a Santa Tecla, subindo o corredor dos Gauer (hoje rua Augusto Moraes) até a Bela Vista e dali até a linha de chegada no centro da cidade. Só não lembro se largavam todos juntos ou era de dois a dois. Naquela época Santa Tecla, Corredor dos Gauer e Bela Vista era tudo chão batido, imagem, então o poeirão que levantava e se a estrada estava molhada, era só carro nas valetas, na tentiva de ultrapasagem. Naquela época era a maior diversão, pois além dos carros serem raros, outras formas de diversão também eram escassas.

  10. baninha

    Só para lembrar.O trágico acidente quando perdemos o Mazinho, foi em Sta Cruz do Sul.
    Mas acima relembraram do Catarino Andreatta, no meu entender, o maior corredor do RGS. Tenho e apresentarei
    logo mais, um pouco da história do mesmo, da famosa carretera n° 2 – verde e amarela(Ford 40) da equipe-Galgo Branco.Curiosidade: a sua primeira corrida foi aqui em
    Venâncio Aires, em 1937, no circuito Alto Taquari(Festa do Bastião):Centro, Sta Tecla,Canto do Cedro, Bela Vista,centro…(10 Kmt), seu irmão Júlio Andreatta, da mesma equipe,carretera n° 6, também iniciou aqui, sua
    primeira corrida em 1939,………..

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