Automóvel Clube de Venâncio Aires

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Recebi cópia de um adesivo original, guardado a sete chaves, do dr. Nilton Campos de Azevedo. Ele havia ganho de presente do piloto Rui Martins. Esta jóia rara é do final dos anos sessenta. Época quem os pilotos eram Rui Martins, Romeu Fanck, entre outros. Faziam ‘pegas’ na Osvaldo Aranha e em Tarumã. Mecânico era seu Aldo Costa. Bons tempos…

17 comentários em “Automóvel Clube de Venâncio Aires”

  1. Elton, esse era o objeto de desejo de toda a gurizada da Cel. Agra e cercanias. Meu tio Jorge tinha um Fucão com esse adesivo. Todo mundo tinha. Eu sonhava em ter um carro só pra poder colar este adesivo nele. Vou fazer uma cópia e tascar na minha máquina.
    Lembro destas corridas com muito carinho. O seu Romeu, o Mazinho, o Pinguinho, eu convivia com estrelas do esporte quando criança, e achava muito legal. O Paulo César Schmaedecke corria também, de fuca, tinha umas corridas em pista de terra. Quem mais? Era uma galera.
    Simcas trovoantes, guard-rail de corda, o circuito subia a Osvaldo Aranha até a Auto Geral.

  2. Eu tinha um adesivo desses na janela do meu quarto.
    Meu pai deve ter colado lá.
    Sempre achei legal esta arte.
    Muito interessante relembrar isso.
    flw

  3. È Sandro este eu me lembro também….
    Lembro que nesta época a saída era em frente Auto Geral, tinha uns “Dekaves” também lembro do som dos motores e do cheiro de gasolina,pois naquela época usavam a gasolina “azul” ou “verde”, vinha importada da Argentina eu acho…
    Tuta, outro adesivo também muito cobiçado era o dos lubrificantes STP, lembra.
    Grandes lembranças
    ps:O adesivo continua atual….
    Abraço a todos!!!

  4. Eu tive este adesivo, ganhei do falecido Rui Martins.
    Eu era piá, e assistia as corridas por baixo da corda, em frente à Loja Lakus.
    As corridas de rua em VA aconteceram até por volta de 1974/75.
    Acho que a chegada não era na antiga Auto Geral, mas sim nas imediações do antigo “Bar do Luiz”, Açougue Gauer, aqueles lados…
    Não lembro se chamavam de “Km de Arrancada”, mas eram emoção garantida para todas as idades.
    É incrível imaginar que os pilotos “voavam” pelo calçamento da Osvaldo Aranha e o público assistia das calçadas somente separados por uma corda estendida pela Brigada.
    Simca, DKW, Fuscas “envenenados”… aliás… quem não lembra dos vidros-bolha do Fusca cor-de-laranja do Pinguinho?
    Do Dodge Charger do Doutor Plínio?
    Bons tempos…
    Abraço!

  5. Realmente uma joia rara.
    Sandoval quem colou aquele adesivo na janela do teu quarto, foi teu irmão Giancarlo, pois ele tinha o adesivo no vidro traseiro do fusca branco, QJ-1884.
    Outro que tinha este adesivo era o mano braga, no vidro do Gol Gt 1.8.
    Quanto ao adesivo do STP, tambem era muito cobiçado.
    Abraços

  6. Também tinha estes dois adesivos, não lembro bem mas acho que ganhei ele do Pinguinha, quando ajudei a “embandeirar” o seu Corcel I branco, junto com um dos maiores artistas plásticos que já conheci, Mauro Moa. Lembram dele, dos Bailes do Pardal? Isso é outra história, não é mesmo!!!
    Lembro das carreteiras laranja, que estavam em frente à casa da minha vó, lá na esquina da antiga Venax (Osvaldo Aranha com Getúlio Vargas). Show, babamos em roda delas. Mas acho que não saíram de cima dos carretões, somente ligaram para nós ouvirmos o ronco do motor.
    Não sei ao certo, mas ou era o Paulo César Schmaedecke ou o Fábio Campos, ou os dois que tinha um Volkwagem Karman Ghia, e ficavam dando cavalo-de-pau na esquina da Venax, era a alegria da gurizada…
    Lembro de 3 Simca’s: do Romeu Fanck, do Rui Martins e do Tio Aldo Costa, quando a sua oficina era nos fundos da sua casa que era na Osvaldo Aranha, ao lado do Banco Sulbrasileiro, onde era a Casa América e agora é uma loja. Mas acho que a entrada era pela Barão do Triunfo… O Márcio pode confirmar, pois o pai dele foi o último a se desfazer do Simca Chambord

  7. O Paulo César um dia correu – em pista de terra – com um fuca azul claro com rodas e pára-choques laranja (cores da petrolífera Gulf, que patrocinou os Porsches por muitos anos nos campeonatos mundiais de marcas e Le Mans), e o detalhe maior: doze canos de descarga soldados no silencioso. Na largada, caíram uns seis canos, e um gaiato entrou no meio do poeirão para pegar os “troféus”, só que estavam pelando de quentes, e só se ouve um “aiaiai!!!” e surge do meio da poeira um cano laranja sendo jogado para a beira da pista… hahahah!

  8. Como é que tu te lembra disso ainda, Tuta? Rapaz, eu pensei que ninguém mais lembrava disso. Tinha ainda o Zé Haas, o Baiano Braga, o Capelão, o Bodinho e o Vitor Freitas esses dois últimos eram de Barros Cassal, mas corriam por Venâncio. Gente boa. No começo não tinha como aumentar a potência dos motores, só regulagem e tirar peso. Eu e o Fábio uma vez aliviamos o fuca em mais de 200kg. E gasolina verde.
    O meu Fuca tinha o adesivo do STP na lateral e do ACVA no vidro trazeiro. Eu corria com o número 43, alguém se lembra dos números dos outros? Tempinho bom aquele. Abraço e obrigado pela lembrança!

  9. Pessoal,

    O Mazinho não corria de moto?? Ou estou enganado?? Me lembro vagamente destas corridas dentro da cidade. Mas acho que eram com motos que eu assistia. Ou eram de carros tb?? Lembro de estar na esquina do Aparecida com o Hospital assistindo uma corrida, só não lembro se era de motos ou carros.

  10. Julio. Não era carro nem moto.O Mazinho corria de Charuto
    (lambreta pelada)foi o precursor do Numeral 36,patrocinado
    pelo Nelcio Bogorny. Abraço.

  11. Oi Pessoal! Eu não lembro de muita coisa, mas lembro do Mazinho correndo com a lambreta e nas corridas de carro, que iam pela R. Tiradentes e desciam pela Osvaldo Aranha. O que me chamava muito atenção era uma “barata” escura muito linda. Não sei d quem era.

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