A Kombi, o porco e ‘nóis’…

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E aí Gremista, estas fotos que tirei em 81 o Maninho vai contar a história.

O título é A KOMBI, O PORCO E ‘NÓIS’.

Até hoje não sei porque levamos a Kombi junto.

Um abraço.

Jonas Weizenmann

13 Responses to “A Kombi, o porco e ‘nóis’…”


  • Nilton Heinen (Talitão)

    Jonas, o nome do porco em questão, era “Di Noite”, digo era pois foi servido de cardápio no carnaval deste mesmo ano.
    Mas deixa o Maninho contar o feito com maiores detalhes.
    Grande lembrança, foi do nosso amigo, Paulo Ricardo da Fontoura Marques (Kadinho).
    Um grande abraço a todos.

  • Elton, este blog tá virando “O” Álbum das Figurinhas.

  • Então vamos lá…
    Ou seja, vou tentar lembrar desta “história”, pois como as fotos não deixam mentir, faz mais ou menos uns 27 anos (1981).
    Numa sexta-feira a noite, mais ou menos 20 horas, estava eu e o Paulinho Marquetto “dando uma banda” com o “opala branco” do seu Pedro, fazendo um tempo, pois iríamos levar umas “minas” prá ver as estrelas mais tarde…
    Ao passarmos pela esquina das ruas Julio de Castilhos e Sete de Setembro, vi uma “coisa branca” passar na frente do carro e falei:
    – Pára, pára, pára… É um porco!!!
    – Que porco nada, é um cachorro. Disse o Paulo.
    – Não, é um porco!!! Vamos pegá-lo!!!
    Imediatamente o Paulinho parou o carro e saímos em perseguição ao dito, que a essa altura já estava bem cansado, pois devia estar por ali a mais tempo.
    Era um leitão, pequeno ainda, mas certamente iria crescer. Pegamos o bicho e colocamos ele no porta-malas do “opalão” e o “Turcão” perguntou:
    – Onde vamos colocar esse porco, a essa hora da noite?
    A solução veio a galope:
    – Vamos levar lá na Chacará do Pai e do Bernardi, e logo alí na Coronel Brito, depois da Lojinha…
    Esse logo alí era bem longe, é quase lá na subestação, e o carro que havia sido lavado na tarde, estava todo sujo e com cheiro de porco. Mas, como naquela época o importante era o momento, voltamos e lavamos o carro, fui em casa tomar banho e trocar a roupa e estávamos a postos, em menos de uma hora, para cumprir mais uma árdua tarefa de contagem de estrelas…
    Como era normal, na volta, a galera ainda estava toda reunida na praça, em frente ao Bar 17, tomando umas “porradinhas” e umas “vodka com sukita” (Hi-Fi).
    Contamos da nossa epopéia, e não sei quem foi, mas deram até nome prô infeliz: Di Noite.
    Naquele mesmo momento, ficou tratado que iríamos “visitar” o “Di Noite” no outro dia e fazer uma “vaquinha” para comprar ração.
    As fotos acima, clicadas pelo nosso amigo e fotógrafo-mor Jonas Weizemann, foram na tarde de sábado, quando fomos levar a “Cangibrina” (nome da Kombi) prá passear, pois nós mais caminhamos e empurramos, do que andamos.
    Outra constatação, esta lá na Chácara, foi de que o Di Noite, tinha duas cores de olhos, um verde e um azul. Eu não vi, mas parece que era verdade…
    Nestas fotos também podemos ver:
    Foto 1 (da esquerda para a direita): Paulo Marquetto, Vilson Helfenstein (ao fundo), Paulo Ricardo “Kadinho” da Fontoura Marques e acho que este da frente é o Luiz Leandro “Lula” de Mello.
    Foto 2: não consegui identificar o motorista e o co-piloto, no lado de fora “soy jo” e mais atrás o Kadinho.
    Foto 3: Este é um dos nossos amigos que já se foi prá junto do Grande Arquiteto do Universo. O nosso Kadinho, ou melhor, o Kadinho que eu lembro, era um camarada que topava todas, estava sempre pronto para fazer um churras, uma brincadeira…
    Mas, numa outra oportunidade, com algumas outras fotos, falarei mais sobre esse nosso amigo e outros que já se foram.
    Não dá prá esquecer, e isso vai render diversas histórias e fotos pois existe até hoje, mais ou menos neste ano ou um pouco antes, nós fundamos o BLOCO DE CARNAVAL TOTORTO.
    Éramos 10:
    01. Nilton Ricardo “Talitão” Heinen,
    02. Osni Marcos “Kinho” Duarte,
    03. Rogério “Monstro” Kreulich,
    04. Paulo “Turcão” Marquetto,
    05. Vilson “Virsamento” Helfenstein,
    06. José Carlos “Kandango” Martins
    07. Mário “O Inventor” Brito,
    08. Paulo Ricardo “KDinho” da Fontoura Marques (in memorian),
    09. José Renato “Zé Renato” de Freitas (in memorian),
    10. Telmo “Mano” Mylius Junior.
    Já ia esquecendo do “Gran Finale”, que me contaram, pois não participei nem da matança e nem da comilança, que segundo a lenda, foi na Chácara do Vilson Fanck.
    – E o porquinho, coitadinho, virou churrasquinho no Carnaval…
    Um grande abraço a todos.
    Mano Mylius

  • Paulo Herzog (Sukita)

    O Bloco Totorto deve ter sido criado mais tarde, pq se não me engano essa kombi era do bloco “só nois”, do qual eu fazia parte. Me lembro vagamente de ter ido junto em uma das visitas ao “Di Noite na chácara do pai do Maninho e do Bernardi.
    Alguns artistas do bloco Só Nois: Jonas, Cesar Preto, Mário Brito, Zé Renato, Vilson Fanck, Paulo Sukita, Rubinei Lenz e mais um bando, junto com suas respectivas cúmplices.

  • Aê amigo Sukita, beleza…
    Tenho que discordar do que você falou, pois o TOTORTO foi criado no subsolo do Ed. Santa Apolônia, no então Bifão Restaurante do nosso amigo Osni “Kinho” Marcos Duarte em feveereiro de 1980, um pouquinho antes do carnaval, pelos “elemento” acima citados.
    Neste primeiro ano, usamo a caminhonete do Seu Janguta, pai do Vilson Helfenstein, uma F100, verde e branca (saia e blusa) a qual chamávamos de “Formigueira”, e que tinha uma prima, a lambreta do Kinho, que se chamava “Laurinda”.
    Neste primeiro ano de ToTorTo, a sede foi na Chácara do Sr. Cilon Batista, e com certeza, foi o melhor carnaval que já participei.
    A kombi “Cangibrina”, veio logo após, no início de 1981, e foi adquirida do Ferro Velho do Liebstein, pois como a “Formigueira” havia incendiado e a pintura não ficou muito boa, o Seu Janguta cortou o empréstimo.
    Durou pouco a “Tombi 1.200 6Volts”, pois a gurizada não poupava. Lembro de uma passagem em que a gurizada ia em direção ao Grão Pará, quando alguém gritou:
    – Olha a ponte!!!
    O que se ouviu foi um estouro, mas a kombi continuava andando. Paramos para ver o que havia acontecido.
    No momento em que gritaram, alguém (???) abriu a porta da kombi, e esta bateu na ponte e entortou.
    Houve até uma brincadeira da pessoa que gritou:
    – Pensei que tu não tinha visto a ponte!!!
    Coisinha de Rogério e Chimbica…
    Em seu lugar veio a “Royal”, uma rural willis verde e branca, inteirassa, que foi adquirida do guarda da CRT, e que estava em exposição lá na sede do bloco. Esta era forte, e agitou muitos carnavais, o que hoje não é mais permitido.
    Quanto ao bloco que o amigo “Sukita” citou “eu não me alembro”, só lembro de ter participado, junto com você mais o Batata Preto, Ney Lenz, Lula, Paulinho “Tchaca-Tchaca”, Marquinho Preto, Zé Renato, Cardo Carvalho e outros, foi do “FRANGO FRITO”, mas isso fica para uma outra vez…
    Abraços a todos.
    Mano Mylius

  • Paulo Herzog (Sukita)

    E aí Maninho….
    Ô cara, tu é simplesmente uma enciclopédia dos tempos antigos…
    O bloco só nóis se não me engano veio antes do frango frito, ou depois…sei lá…., só sei que existiu…
    Vou pedir ajuda aos universitários…..Rubinei, Jonas, Lula, me tirem dessa confusão…

  • Leandro Campos (Chimbica)

    E aí rapaziada:
    Um fato interessante da Cangibrina era que a sua lotação completa consistia de três pessoas, em pé, com os pés apoiados sobre o para-choque traseiro e duas pessoas deitadas no teto …
    Um abraço,
    Chimbica

  • Nilton Heinen (Talitão)

    Galera, “o enciclopédia” como falou o Sukita, está correto. só vou acrescentar alguns fatos…..pitorescos que são muitos…
    A) A”Royal”, posteriormente batizada de “Leucadia”, deve existir até hoje na sede do Totoro.
    B) Os documentos da mesma na época estavam no nome do Kadinho, “filho de inspetor né”.
    c) Neste ano o Zé Renato, havia dado baixa da aeronáutica, cabelo comprido, e alguém ????. (quando ele dormia em uma espreguiçadeira), teve a “idéia” de cortar o cabelo do mesmo, mas somente deu para cortar um lado, pois se não ele poderia acordar, resumo da ópera o Zé teve de passar mais um carnaval com cabelo raspado.
    d) Sobre a ponte da para notar na cangibrina a solda reforçada feita nas portas. ela foi o primeiro veiculo em VA com banheiro a bordo, devido ao seu assoalho, não havia necessidade de parar.
    Abraço a todos

  • Mano:
    Persiste a dúvida se sou eu na foto 1;
    Na foto 2 quem está na direção é o Mário Brito, e ao lado o Sukita.
    A destruição das portas nas pontes do grão-Pará foi idéia minha e do Rogerio Kreulich, enquanto o Chimbica quase caía pelos buracos do assoalho. Lembro que abastecíamos com uma mistura de gasolina e querosene… um cheiro insuportável e potência zero!
    Outro fato pitoresco foi na madrugada que batemos no galinheiro, pegamos umas 5 dúzias de ovos, cozinhamos, comemos até enjoar e depois devolvemos ao galinheiro os ovos que sobraram (cozidos!!).
    Naquela noite o Kinho Duarte “enfaixou” um ovo cozido com esparadrapo e passou o carnaval inteiro com ele amarrado na cintura (vai entender o maluco!! rs…).
    Outro fato a lembrar era que toda madrugada, ao chegar à chácara, o pessoal pegava o José Carlos Martins (vulgo “Paulista” ou “Kandango”), que estava com o braço quebrado e sempre dormia numa cama de ferro, levavam com cama e tudo até a beira do açude e ameaçavam atirá-lo na água. Depois levavam ele e a cama de volta, pois não podia molhar o gesso… até que na última noite de carnaval levaram e atiraram mesmo… rs…

    Sukita:
    Abraço amigão.
    O bloco Só Nóis foi em 85 e/ou 86, pois eu já tinha mudado para Osório.
    Antes, tivemos o Frango Frito nos anos de 82/83 e 84.
    Em 1980 estávamos quase todos no Bloco da SOVA, que não teve bateria naquele ano. Foi “dentro” do Bloco da SOVA que o pessoal pegou emprestada a chácara do Cilon Baptista, formando o Totorto.
    Tem uma foto minha com o Zé Renato e o Mário Brito (o Elton já publicou), todos os 3 dentro da famosa sunga marron do seu Cilon… rs…

    Talitão, Jonas, Chimbica e Tuta: saudade dos amigos!!

    Bom demais lembrar disso tudo.
    Abração

  • Tudo mencionado ai é verdade. O fato engraçado a aquisição a Tombi, foi que eu e o Paulo Salin Tuquertto fomos comprar a tombi e pra comprar esperimentamos ela com uma volta na quadra, o que nos deixou satisfeitos e o que não esperavamos era que o Leibstein tivesse dado carga na bateria para somente um arranque.

  • Eu fui junto pra tirar retrato e empurrar a KOMBI.

  • to mandando um abç pra Cristina e todos
    como estao as vendas ?

    abç
    Deus e fiel

  • Oi pessoal sou filha do Kdinho e graças a vocês vi uma foto do meu pai . Vocês têm mais? abraços

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