7 comentários em “Bloco da Brahma nos velhos carnavais”

  1. Elton:
    Será que alguém se habilita a reconhecer as pessoas do Bloco da Brahma?
    As pessoas ali são parte da minha antiga turma, mas tem alguns que não identifico.
    Que ano será?
    Acho que entre 1981 e 1983…
    Dos que eu conheço, identifico:
    Marcelo e Guto Agostini (o pai era do Banco do Brasil);
    Caco Storck, Charles Sudbrack, Berenice Koslowski, Carla Brito (atual Jimenez), Eduardo Rech Fernandes (neto do Dr. Athos Granja), Rosa Britto, Deisi Lenz, Bebeka Britto (de Santa Cruz), Janice Godoy, o casal Avelino Klein, Candido “Doca” Maria, entre outros.
    Quem será o cara de peruca e vestido??
    Enigma… rs…

  2. O Lenz matou a charada.
    O cara de peruca se chama Sandro Augusto da Fonseca, era de Santa Cruz e foi casado com a Rosa Britto.
    O próprio Ney e sua Leticia – por ironia do destino – estão sentados atrás das garrafas.
    O local é aquele antigo armazém/depósito que existia (existe ainda??) na Julio de Castilhos logo após a esquina com a Sete de Setembro.
    Old times… good times…
    Abraço
    Lula

  3. Quando raramente tenho acesso a fotos como essa, compreendo melhor o significado da expressão “carpe diem”. Morando atualmente em Caxias do Sul, RS, tenho muitas saudades da época em que a foto foi feita e também das pessoas que estão nela. Abração a todos.

  4. Tenho me batido atrás de umas fotos que eu tinha desta época, mas não estou encontrando, os que as tiverem por favor publiquem para que tenhamos a oportunidade de matar as saudades.

    Lembram do Gordini conversível? Pois é, eu era o piloto da “máquina”, que tinha um tonel de metal cortado ao meio cheio de “choppinhos” da Brahma no banco de trás….

    Realmente bons tempos…

  5. Em tempo: o tal gordini exigia habilidade do piloto, pois, em algum momento do breve período em que serviu ao bloco, alguém engatou a 2ª marcha e a alavanca veio todinha pra fora. A partir dali, a caranga só andava em segunda! Eventualmente alguém tinha de empurrar (eu empurrava direto…). O motora era aconselhado a dirigir pelas preferenciais, pra não ter de parar nas esquinas e ter de ser empurrado novamente.
    Se houvesse bafômetro na época, até o carro ia pro xadrez, pois desconfio que abasteciam-no com Brahma!

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